Serial killer e comparsa seguem foragidos há um mês após fuga | G1
Serial killer e comparsa seguem foragidos há um mês após fuga de prisão em Cariri do Tocantins
Renan Barros da Silva e Gildásio Silva Assunção serraram grades e usaram lençóis como corda para fugirem em 25 de dezembro. Polícia continua busca pelos foragidos.
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Renan Barros da Silva, de 26 anos, e Gildásio Silva Assunção, de 47 anos, seguem foragidos há um mês após fugirem da Unidade de Tratamento Penal de Cariri do Tocantins.
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Presos escaparam no dia 25 de dezembro, depois de serrarem as grades de uma das celas e pularem o alambrado da unidade usando uma corda improvisada com lençóis.
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Segundo a Secretaria da Segurança Pública, forças policiais continuam mobilizadas nas buscas. A pasta pediu que a população denuncie caso tenha informações sobre o paradeiro dos foragidos.
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Renan foi condenado a 72 anos de prisão por matar três homens e deixar outro ferido em Araguaína. Gildásio também responde por homicídio. Ambos são considerados de alta periculosidade.

Fuga de presídio de Cariri completa um mês e homens seguem foragidos
Os dois presos escaparam depois de serrarem as grades de uma das celas e pularem o alambrado da unidade usando uma corda improvisada com lençóis.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, forças policiais continuam mobilizadas nas buscas. A pasta pediu que a população denuncie caso tenha informações sobre o paradeiro dos foragidos.
Presos são procurados pela polícia no Tocantins — Foto: Reprodução/SSP-TO
A primeira vítima foi Francisco Régis Freitas Gonçalves. Ele conduzia uma motocicleta quando foi atingido na cabeça por disparos de arma de fogo e morreu no local.
Segundo o delegado Adriano Carvalho que esteve à frente da investigação dos crimes, Renan também é investigado por outros dois homicídios no Tocantins e um no Maranhão.
Renan foi condenado a mais de 72 anos de prisão — Foto: TV Anhanguera/Reprodução
Como é a Unidade de Tratamento Penal de Cariri?
Custodiados da Unidade de Tratamento Penal de Cariri durante curso profissionalizante — Foto: Seciju/Governo do Tocantins
A unidade foi construída com investimento aproximado de R$ 32 milhões. A estrutura foi entregue em 2020, com capacidade para 576 vagas e foi construída sob um sistema modular. Essa tecnologia utiliza módulos pré-fabricados que oferecem resistência três vezes maior que construções convencionais, visando evitar que internos acessem metais para fabricar armas ou ferramentas.
Além da estrutura de custódia, a unidade possui 12 apartamentos de vivência individual, seis de inclusão para isolamento, 12 apartamentos para encontro íntimo e áreas adaptadas para cadeirantes ou pessoas com deficiência. Há também módulos voltados para saúde, onde os internos recebem atendimento médico, odontológico e psicológico.
Em que circunstâncias os detentos se encontravam no momento da fuga?
Segundo informações da Seciju, os dois presos haviam sido transferidos de pavilhão próximo a data da fuga. No momento da fuga, eles estavam alojados em uma cela separada por questões disciplinares.
O estado investiga como os materiais necessários para serrar as grades foram introduzidos no local, uma vez que a tecnologia modular do presídio deveria dificultar o acesso a tais instrumentos.









