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May 10, 2026
Estado Tocantins

Veja o que se sabe sobre adolescente morto por tiro acidental no TO | G1

  • Janeiro 8, 2026
  • 2 min read
Veja o que se sabe sobre adolescente morto por tiro acidental no TO | G1

A vítima morreu na tarde de domingo (4), véspera do aniversário em que completaria 16 anos. A ocorrência foi registrada como homicídio culposo. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que o caso segue sendo investigado.

A polícia não indicou nenhum suspeito do caso e o g1 não conseguiu contato com a família do adolescente. Veja abaixo o que se sabe sobre o caso.

Adolescente faleceu na zona rural de Esperantina — Foto: Divulgação/Prefeitura de Esperantina

1. Quem era a vítima?

O adolescente foi identificado como Felipe da Cunha Sousa, filho de um servidor da Secretaria Municipal de Saúde de Esperantina.

2. Onde aconteceu o disparo?

O caso ocorreu em uma chácara localizada no assentamento PA Mulatos, na zona rural de Esperantina, região norte do Tocantins.

3. Como aconteceu o tiro?

De acordo com a Polícia Militar, uma criança de 11 anos manuseava uma arma de fogo artesanal e efetuou um disparo acidental, atingindo Felipe. Testemunhas relataram que não houve intenção de matar.

4. De quem era a arma usada?

A arma era artesanal e estava sob a guarda de um parente na propriedade. O proprietário, um homem de 36 anos, foi identificado pela polícia. A arma foi entregue voluntariamente às autoridades.

5. O que aconteceu após o disparo?

Felipe foi socorrido e levado ao Hospital Regional de Augustinópolis, mas não resistiu aos ferimentos. O corpo passou por necropsia no Núcleo Regional de Medicina Legal de Araguatins antes de ser liberado para a família.

6. Há investigação em andamento?

A ocorrência foi registrada como homicídio culposo e omissão de cautela com arma de fogo. A Polícia Civil, por meio da 7ª Delegacia de Esperantina, investiga o caso para esclarecer todas as circunstâncias.

7. Quais medidas foram tomadas em relação à criança?

O menor compareceu à unidade policial acompanhado do responsável legal. Os procedimentos seguiram o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

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