Jovem viraliza nas redes sociais ao contar suas histórias de vida | G1
Em um vídeo que já ultrapassou 3,8 milhões de visualizações no Instagram, Enoara reúne histórias que considera improváveis, mas que marcaram sua trajetória, como o fato de já ter pulado do segundo andar de um prédio para conseguir ir à academia.
A influenciadora também contou que passou por uma cirurgia na coluna e recebeu implantes metálicos durante o procedimento. “Eu tenho 22 parafusos e duas hastes de titânio na coluna e depois da cirurgia eu cresci três centímetros”, contou.
Para cada história inusitada, a influenciadora traz uma explicação. No caso do dedo arrancado pelo tio, Enoara contou que nasceu com a a condição congênita conhecida como polidactilia, caracterizada pelo nascimento de um ou mais dedos extras nas mãos ou nos pés.
Influenciadora do TO surpreende ao contar histórias curiosas da própria vida — Foto: Reprodução/Instagram Enoara Ivia
Salto para não perder a academia
Outra história que repercutiu entre os internautas aconteceu quando Enoara ainda morava com a família. Segundo ela, o irmão saiu de casa, trancou a porta e levou a chave, deixando-a sem possibilidade de sair pela entrada principal.
Naquele dia, um amigo passaria para buscá-la para ir à academia. Determinada a não perder o treino, ela decidiu encontrar uma alternativa pouco convencional.
De acordo com o relato, Enoara se pendurou na sacada do apartamento, localizado no segundo andar, e pulou sobre a grama para conseguir deixar o imóvel. Ao comentar o episódio, ela explicou que fazia esforços para pagar a mensalidade da academia e não queria desperdiçar o investimento.
“Eu juntava até o dinheiro do lanche para conseguir pagar os R$ 160 da mensalidade. Faltar não era uma opção na minha cabeça”, afirmou.
Dedo extra foi herdado pelo filho
Após o sucesso da publicação, a influenciadora gravou uma segunda parte do vídeo contando outras curiosidades sobre sua vida. Nela, revelou que o filho também nasceu com polidactilia.
Diferentemente do que ocorreu com ela quando era bebê, o dedo extra da criança foi removido no hospital, com acompanhamento médico.
A condição genética é considerada relativamente rara e, em muitos casos, pode ser corrigida por meio de procedimentos cirúrgicos realizados ainda nos primeiros meses de vida.








