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May 10, 2026
Estado Tocantins

Vigia é preso suspeito de tentar beijar mulher à força em casa de apoio no TO

  • Agosto 20, 2025
  • 3 min read
Vigia é preso suspeito de tentar beijar mulher à força em casa de apoio no TO

Vigia é preso suspeito de tentar abraçar e beijar mulher à força em casa de apoio para famílias de pacientes, diz polícia

Crime aconteceu em Augustinópolis e Polícia Civil pediu prisão preventiva do suspeito. Caso segue em investigação.


  • O vigia de uma casa de apoio que atende parentes de pacientes internados no Hospital Regional de Augustinópolis, no Bico do Papagaio, foi preso por importunação sexual nesta segunda-feira (11).

  • Ele teria tentado abraçar e beijar à força uma mulher que acompanhava um familiar atendido pela unidade.

  • O crime foi registrado no dia 5 de agosto e, segundo a Polícia Civil, o homem atuava na casa de apoio no período noturno.

Vigia foi preso pela Polícia Civil em Augustinópolis — Foto: PC-TO/Divulgação

O vigia de uma casa de apoio que atende parentes de pacientes internados no Hospital Regional de Augustinópolis, no Bico do Papagaio, foi preso por importunação sexual nesta segunda-feira (11). Ele teria tentado abraçar e beijar à força uma mulher que acompanhava um familiar atendido pela unidade.

O crime foi registrado no dia 5 de agosto deste ano e, segundo a Polícia Civil, o homem atuava na casa de apoio no período noturno. Além de tentar manter o contato físico à força, o homem também tentou outros atos de cunho sexual sem consentimento da vítima.

O nome do homem não foi divulgado e por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele. A prisão ocorreu em ação da Operação Shamar, que visa a proteção das mulheres em situação de violência doméstica.

A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Augustinópolis investigou o caso e segundo a delegada Daniela Caldas, a mulher que sofreu a importunação estava em um contexto de fragilidade emocional, pelo fato de estar acompanhando um parente internado.

“O suspeito, que tinha como dever garantir segurança e acolhimento, quebrou completamente essa confiança e praticou atos que ofenderam a dignidade sexual dela. Atuamos com rapidez para evitar que ele voltasse a agir e para dar uma resposta à sociedade”, afirmou a delegada.

A delegacia fez o pedido de prisão preventiva do homem, que foi atendido pela Justiça para “resguardar a ordem pública, assegurar a aplicação da lei penal e proteger outras possíveis vítimas”, destacou a autoridade.

A polícia informou que o caso segue em investigação e que caso outras vítimas hospedadas na casa de apoio tenham passado pela mesma situação com o vigia, podem fazer denúncia pelo telefone/WhatsApp (63) 9 9966-5569, que é da delegacia de Atendimento à Mulher e Vulneráveis de Augustinópolis.

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