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April 19, 2026
Estado Tocantins

Tribunal de Justiça pede para CNJ fazer

  • Setembro 1, 2024
  • 2 min read
Tribunal de Justiça pede para CNJ fazer

Documento assinado pela presidente e vice-presidente do TJ, citadas em investigação, pede apuração do Conselho Nacional de Justiça com ‘maior brevidade possível’. Desembargador e juiz foram afastados dos cargos.


Desembargadoras do TJTO pedem inspeção extraordinária ao CNJ

Desembargadoras do TJTO pedem inspeção extraordinária ao CNJ

A TV Anhanguera teve acesso ao documento, que foi assinado pela presidente do TJTO, desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, e pela desembargadora Ângela Maria Ribeiro Prudente, vice-presidente. Ambas são citadas na decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que autorizou a Operação Máximus.

Em ofício enviado à Corregedoria Nacional, as desembargadoras alegam que a necessidade da inspeção é afastar danos à imagem e credibilidade do Poder Judiciário do estado, e que precisa ser feita nos âmbitos administrativo e judicial, conforme os apontamentos dos inquéritos policiais que tramitam no STJ.

Tribunal de Justiça do Tocantins, localizado na ala norte da Praça dos Girassóis — Foto: Divulgação/Vilma Nascimento

O ofício do TJ enviado à Corregedoria Nacional relatou que as buscas foram feitas no sentido de colher informações que possam ser incluídas nas investigações em andamento.

“Estas subscritoras são plenamente cientes e serenas quanto às suas respectivas idoneidades, integridade e inocência dos fatos que lhes são (genérica, lacônica e injustamente) atribuídos”, diz o documento.

No âmbito estadual, a Corregedoria Geral da Justiça do Tocantins (CGJUS), órgão ligado ao próprio Tribunal de Justiça do Tocantins, afirma que está apurando as denúncias em relação a juízes de primeiro grau do Poder Judiciário.

Operação

Além dos dois mandados de prisão preventiva, 60 ordens de busca e apreensão foram cumpridas no Tocantins e em outros estados, inclusive no Fórum de Palmas e na sede do Tribunal de Justiça.

O filho dele, Thales, e o advogado Thiago Sulino seriam responsáveis pela operacionalização do esquema e a dupla mediava os contatos entre os investigados, inclusive recebendo propinas.

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