Suspeito morto em confronto com policiais tinha vida de luxo e financiava assaltos, diz PM
A troca de tiros que levou à morte do suposto assaltante, de 49 anos, natural do estado da Bahia, aconteceu na zona rural do município, na tarde de quinta-feira (10). O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal de Araguaína e liberado aos parentes após passar por exames de necropsia, nesta sexta-feira (11).
Como foi apontado pela PM que ele poderia usar documentos falsos, o g1 não divulgou o nome do suspeito. A Secretaria de Segurança Pública informou que foi pedido um exame de identificação criminal, cujo laudo ainda não ficou pronto.
O grupo estava em fase de preparação para um grande assalto. Conforme o sargento Diego Giordane Barbosa Brito, do BOPE, o homem já era conhecido das equipes de inteligência das polícias do Tocantins e do Pará desde 2018. Ele estava sendo monitorado e houve a confirmação de que ele morava em Nova Olinda.

Suspeito de integrar grupo especializado em roubo a bancos morre em confronto com BOPE
Foi identificado que ele levava uma vida confortável na cidade e dentro da grupo criminoso, ocupava posto de destaque para organização e realização de crimes, principalmente na modalidade novo cangaço.
“Infiltrado na sociedade como uma pessoa comum. Ele já vinha em um outro patamar no mundo do crime, já financiava, organizava armamento e fornecia explosivos para executar essas ações”, explicou o sargento.
O suspeito morto portava um fuzil de grosso calibre e com numeração raspada, explosivos prontos para serem usados, munições, dinheiro e mais de R$ 900 mil em cheques, além de uma caminhonete.
Como teria atuado em outros estados, o sargento do BOPE informou que em Goiás, o suspeito, juntamente com o grupo criminoso, realizou assaltos nas modalidades domínio de cidades e novo cangaço contra pelo menos cinco instituições financeiras e joalherias.









