Servidora pública e parentes são alvos de operação que apura desvio de R$ 5 mi
Servidora pública e parentes são alvos de operação da PF que investiga fraude e desvio de R$ 5 milhões de prefeitura
Conforme a investigação, os recursos desviados beneficiaram empresas do grupo familiar de uma servidora pública da Prefeitura de Angico. São cumpridos 19 mandados de busca e apreensão no norte do estado.
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A Polícia Federal (PF) cumpre 19 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (28) contra suspeitos de fraudar licitações e desviar recursos da prefeitura de Angico, no extremo norte do estado.
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A investigação estima que o prejuízo aos cofres públicos supere R$ 5 milhões. Um dos alvos da Operação Domus Magna é uma servidora pública do município e alguns de seus familiares.
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De acordo com o inquérito, os suspeitos usavam “laranjas” para receberem os valores desviados.
Prédio da Polícia Federal em Palmas — Foto: Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins
A Polícia Federal (PF) cumpre 19 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (28) contra suspeitos de fraudar licitações e desviar recursos da prefeitura de Angico, no extremo norte do estado. A investigação estima que o prejuízo aos cofres públicos supere R$ 5 milhões.
Um dos alvos da Operação Domus Magna é uma servidora pública do município e alguns de seus familiares. Segundo a PF, foram desviados recursos da prestação de serviços da prefeitura por meio de empresas pertencentes ao grupo familiar da servidora.
O g1 questionou a Prefeitura de Angico a respeito da investigação contra a servidora, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
Nesta etapa da investigação, policiais federais cumprem mandados de busca nos municípios de Angico, Tocantinópolis, Araguaína e Ananás, expedidos pela 2ª Vara Criminal da Justiça Federal em Araguaína.
De acordo com o inquérito, os suspeitos usavam “laranjas” para receber os valores desviados. O repasse da maior parte do dinheiro era destinado ao grupo criminoso e uma pequena parcela era paga aos intermediários como recompensa pela participação nos crimes.
Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação, peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosas. As penas somadas podem chegar a 12 anos de prisão.
O nome da operação é uma referência ao envolvimento de diversos familiares da servidora pública com as fraudes sob investigação.
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