Quem era a servidora pública que morreu após complicações na gravidez | G1
Karolina Pereira Silva Lira, de 30 anos, perdeu o bebê um dia antes de morrer. Ela atuava na proteção de pessoas em situação de vulnerabilidade em Porto Nacional. A morte dela comoveu a web.
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Karolina Pereira Silva Lira, de 30 anos, morreu nesta quinta-feira (23) após complicações na gravidez. Ela perdeu o bebê um dia antes, em Porto Nacional.
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Segundo a prefeitura, a servidora tinha anemia falciforme, o que contribuiu para as complicações. Ela trabalhava na Assistência Social de Porto Nacional.
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A morte causou comoção e amigos lamentaram a perda nas redes sociais. O sepultamento ocorreu na última sexta-feira (24) em Porto Nacional.
Karolina Pereira Silva Lira era diretora de Proteção Social Básica — Foto: Divulgação/Prefeitura de Porto Nacional
A servidora pública Karolina Pereira Silva Lira, de 30 anos, morreu após sofrer complicações na gravidez. Ela perdeu o bebê um dia antes, em um hospital de Porto Nacional, na região central do estado. A jovem foi descrita pela secretária e amiga Keila Viana como uma pessoa generosa, alegre e simples.
Ela trabalhava na proteção da população em situação de vulnerabilidade e atuava diretamente com a secretária de Assistência Social, Keila Viana. A gestora relembrou como foi trabalhar ao lado da servidora.
“Uma pessoa que iluminava os ambientes por onde passava. Dona de um coração generoso, era meiga, doce, alegre e acolhedora. Tinha um sorriso contagiante e um jeito simples de demonstrar carinho, fazendo com que todos se sentissem especiais”, contou.

Agora no g1
A morte de Karolina e do bebê causou comoção entre moradores de Porto Nacional. Amigos e conhecidos lamentaram a perda nas redes sociais.
“Que tristeza, minha amiga. Que dor sua partida deixa”, escreveu uma internauta. Outra pessoa comentou: “Conheci ela na Secretaria de Assistência. Uma menina maravilhosa”.
Segundo a secretária Keila Viana, a dedicação de Karolina ia além das responsabilidades do cargo. Ela trabalhava com amor e construiu amizades ao longo da trajetória profissional.
“Seu trabalho foi marcado pelo acolhimento, pela escuta sensível e pelo compromisso em garantir dignidade e esperança às pessoas que mais precisavam. Em cada atendimento, deixou um pouco de si e fez a diferença na vida de inúmeras famílias”, finalizou.
O velório e o sepultamento foram realizados na última sexta-feira (24), em Porto Nacional.







