Quarto suspeito de sequestrar, matar e enterrar pecuarista em cova rasa é preso
Pecuarista Carloan Martins Araújo desapareceu no dia 19 de outubro e o corpo foi encontrado enterrado no quintal de uma casa,após denúncia. Outros três suspeitos já foram presos.
Corpo de Carloan Martins Araújo foi encontrado em cova rasa, em Araguaína. — Foto: Divulgação/Alta Tensão-TO/Redes Sociais
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que o suspeito foi levado para à Unidade Penal de Araguaína no domingo (27). A polícia ainda disse que mais informações da ação serão informadas em momento oportuno.
O nome do suspeito e idade não foram divulgados. Por isso o g1 não conseguiu o contato da defesa.
Relembre o crime
Segundo o delegado, o pecuarista tem uma propriedade no Setor Jardim Mangabeira e teria ido ao local para realizar um serviço. Próximo ao terreno, Carloan Martins localizou um homem e combinou para realizar o trabalho na propriedade. A vítima teria pago R$ 2.500 ao contratado.
O suspeito teria convidado outras cinco pessoas. Porém, no local, eles sequestraram o pecuarista, o levaram para uma casa e o espancaram até a morte. Os criminosos levaram o celular, a carteira e a caminhonete da vítima.
Como o pecuarista foi encontrado
Carloan Martins Araújo, de 62 anos, com seus cinco netos e filha — Foto: Elma Barros/Arquivo pessoal
Carloan tinha 62 anos, era casado e trabalhava como pecuarista em sua própria fazenda. O corpo dele foi encontrado na última segunda-feira (21), quando a Polícia Militar recebeu uma denúncia informando que possivelmente havia um corpo enterrado em cova rasa no quintal de uma casa, no Setor Jardim Mangabeira, sendo possível ver um braço para fora da terra. A equipe foi para o local e confirmou o caso.
Uma mulher, de 36 anos, relatou para a PM que estava na casa de um parente quando ouviu o cachorro latir no fundo de um quintal. Ela foi até o local e visualizou o braço da vítima. Segundo a polícia, ao desenterrar o corpo foi possível verificar que possivelmente se tratou de uma morte violenta.
O caso é investigado pela 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado da Polícia Civil. Durante a semana, a polícia informou que a suspeita era de que a vítima tinha sido sequestrada e vítima de extorsão.








