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September 22, 2026
Estado Tocantins

Prefeito de Formoso do Araguaia é preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante operação da Polícia Federal

  • Fevereiro 1, 2024
  • 2 min read
Prefeito de Formoso do Araguaia é preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante operação da Polícia Federal

Outros dois servidores também foram presos por posse ilegal de arma de fogo. Polícia Federal investiga o desvio de recursos públicos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar. Prefeito foi preso durante buscas em sua casa.


Vídeo mostra viaturas da PF em frente a prefeitura de Formoso durante investigações

Vídeo mostra viaturas da PF em frente a prefeitura de Formoso durante investigações

O prefeito de Formoso do Araguaia, Heno Rodrigues da Silva (UB), e dois servidores foram presos por posse ilegal de arma de fogo durante as investigações da Polícia Federal nesta quinta-feira (1º). Os policiais iniciaram uma operação para investigar o desvio de recursos públicos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar.

Na manhã desta quinta, a polícia cumpriu mandados de busca na casa do prefeito. Ao todo foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão. O prefeito foi encaminhado para a base do departamento da PF, em Gurupi. O g1 solicitou um posicionamento à Prefeitura de Formoso do Araguaia e aguarda o retorno.

Por telefone o advogado de defesa do prefeito, Massaro Okada, informou que está se inteirando sobre o caso para apresentar um posicionamento. Já o nome dos dois servidores presos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa.

Prefeito de Formoso do Araguaia, Heno Rodrigues — Foto: Prefeitura de Formoso/Divulgação

O contrato feito pela prefeitura junto ao programa de transporte é de 2022, no valor de R$ 2.203.260,64. A operação também investiga servidores que estariam utilizando de influência com empresários para obter supostas vantagens.

Polícia investiga desvio de recursos do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar em Formoso do Araguaia — Foto: Divulgação/Polícia Federal do Tocantins

Os indiciados podem responder pelos crimes de organização criminosa, peculato, frustração do caráter competitivo de licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e corrupção passiva, cujas penas somadas chegam a 62 anos de prisão.

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