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December 14, 2025
Estado Tocantins

Polícia continua buscas e usa drones com câmeras termais para encontrar jovem sequestrado; PMs são suspeitos do crime

  • Novembro 20, 2023
  • 2 min read
Polícia continua buscas e usa drones com câmeras termais para encontrar jovem sequestrado; PMs são suspeitos do crime

Filipe Coelho Siqueira desapareceu no dia 1º de agosto, em Paraíso do Tocantins, quando foi obrigado a entrar em carro. Dois militares foram presos por suposto envolvimento no crime.


Felipe Coelho está desaparecido há mais de um mês — Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, desde que tomaram conhecimento do desaparecimento de Filipe, as equipes da 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado emprega inúmeros esforços de forma exaustiva a fim de localizar a vítima, ou mesmo os restos mortais dele.

Ainda conforme a SSP, todos os recursos disponíveis estão sendo empregados, inclusive utilizando drones com câmeras termais nos prováveis lugares onde Filipe poderia ter sido descartado. Mas até o momento, Filipe não foi localizado.

Os soldados Felipe Augusto Lovato da Rocha e Ismael Nascimento da Conceição foram presos preventivamente pela Polícia Civil durante a operação Missing, na última quinta-feira (16). Eles estão detidos na unidade da Polícia Militar em Palmas, por suspeita de envolvimento no crime.

Entenda

Soldados Ismael Nascimento e Felipe Augusto Lovato foram presos nesta quinta-feira (16) — Foto: Divulgação

Os policiais estão lotados no 8° Batalhão da Polícia Militar (PM) que fica em Paraíso do Tocantins. Segundo a investigação da Polícia Civil, eles são os homens que aparecem revistando e colocando Filipe Coelho dentro de um carro no dia 1º de agosto de 2023. Desde então, o jovem não foi mais visto.

O jovem desaparecido estudava e trabalhava como ajudante de pedreiro. Câmeras de segurança da Av. Campinas, no setor Jardim Paulista, flagraram o momento que ele foi levado para dentro de um carro.

Ainda segundo a Polícia Civil, os militares são investigados por forjar flagrantes de drogas e até por suspeitas de tortura. Toda a operação foi acompanhada pela corregedoria da Polícia Militar, que afirmou conduzir uma investigação própria.

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