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May 10, 2026
Estado Tocantins

Padrasto é indiciado por estupro de vulnerável após espionar enteada durante o banho, diz polícia | G1

  • Maio 9, 2026
  • 2 min read
Padrasto é indiciado por estupro de vulnerável após espionar enteada durante o banho, diz polícia | G1

Segundo a polícia, o investigado subia em um sofá para alcançar uma fresta na parede do banheiro e observar a menina de 12 anos.


  • Um homem de 40 anos foi indiciado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável.

  • De acordo com a polícia, o investigado subia em um sofá para alcançar uma fresta na parede do banheiro e observar a enteada de 12 anos enquanto ela tomava banho.

  • O caso foi registrado no início de janeiro de 2026 em Palmas e investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Palmas (DPCA).

  • O fato foi percebido pela adolescente, que imediatamente procurou ajuda da mãe.

Homem de 40 anos é indiciado por violência sexual após espionar jovem tomando banho

Homem de 40 anos é indiciado por violência sexual após espionar jovem tomando banho

Um homem de 40 anos foi indiciado pela Polícia Civil por estupro de vulnerável. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o investigado subia em um sofá para alcançar uma fresta na parede do banheiro e observar a enteada de 12 anos enquanto ela tomava banho.

O caso foi registrado no início de janeiro de 2026 em Palmas e investigado pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente de Palmas (DPCA). O fato foi percebido pela adolescente, que imediatamente procurou ajuda da mãe.

O g1 não conseguiu contato com a defesa do investigado.

A mulher procurou a polícia e conseguiu medidas protetivas contra o homem, que foi proibido de se aproximar e ter contato com a vítima. O delegado José Lucas Melo explicou que a prática de observar alguém em situação íntima configura ato libidinoso na modalidade de contemplação lasciva.

“Em situações envolvendo vítimas maiores de idade, essa conduta geralmente caracteriza o crime de importunação sexual, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão. No entanto, quando a vítima possui menos de 14 anos, o entendimento consolidado pelos tribunais superiores é de que o crime passa a ser o de estupro de vulnerável, cuja pena varia de 10 a 18 anos”, explicou.

Com a conclusão do inquérito, o caso foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário.

Viatura da Polícia Civil do Tocantins — Foto: Divulgação/PCTO

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