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April 23, 2026
Estado Tocantins

Menino que morreu afogado em piscina era autista e entrou na casa de vizinho enquanto avós dormiam

  • Junho 19, 2024
  • 2 min read
Menino que morreu afogado em piscina era autista e entrou na casa de vizinho enquanto avós dormiam

Segundo a PM, Calebe Alves dos Santos Alexandre tinha 5 anos e morava em Nova Rosalândia. A SSP ouviu testemunhas, mas a princípio, entendeu que se trata de um acidente.


Criança de cinco anos morre afogada em Nova Rosalândia — Foto: Divulgação

A piscina onde Calebe Alves dos Santos Alexandre, de 5 anos, se afogou era de uma casa vizinha a que ele morava. É o que informou a avó da criança à Polícia Militar (PM) após o acidente. O menino tinha diagnóstico de Transtorno no Espectro Autista (TEA) e teria ido até a casa enquanto os avós estavam dormindo.

O afogamento aconteceu por volta das 14h de segunda-feira (17), em Nova Rosalândia, região central do Tocantins. Quando a equipe da PM chegou para atender a ocorrência encontrou uma pessoa que trabalhava para o dono da casa. A testemunha contou que ao chegar, percebeu o portão semiaberto e estranhou por isso não ser comum na residência.

A pessoa ainda reparou que a água da piscina estava em movimento e viu a criança no fundo. Imediatamente pulou na água e retirou Calebe da água. Mas o menino já havia morrido afogado.

A criança morava na casa ao lado com os avós. A avó, ao ser questionada pela polícia, contou que o marido já tinha tirado o menino de perto da piscina do vizinho pelo menos três vezes e que depois disso o portão da casa onde moravam ficava fechado, para evitar que Calebe saísse.

Na tarde de segunda-feira, os avós dormiram após o almoço. O menino saiu sem eles perceberem e foi parar dentro da piscina novamente. A avó disse ainda que o autismo do neto era comprovado por laudo médico.

A Perícia Técnica esteve na casa e o Instituto Médico Legal (IML) de Paraíso do Tocantins removeu o corpo da criança.

A Secretaria da Segurança Pública (SSP) abriu um procedimento preliminar e ouviu testemunhas, mas a princípio, explicou que não há necessidade de instaurar um inquérito policial, pois o laudo necroscópico apontou se tratar de um acidente.

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