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April 16, 2026
Estado Tocantins

Mãe e padrasto são indiciados por estupro de criança de 10 anos no TO | G1

  • Março 16, 2026
  • 3 min read
Mãe e padrasto são indiciados por estupro de criança de 10 anos no TO | G1

Mãe e padrasto são indiciados após polícia descobrir que criança de dez anos foi estuprada e ficou grávida

Exame de DNA confirmou a paternidade do feto e investigação apontou que mãe foi omissa ao não proteger a filha.


  • A Polícia Civil indiciou a mãe e o padrasto de uma menina de 10 anos por estupro de vulnerável e por omissão, na região norte do estado.

  • A ação ocorreu após a conclusão de um inquérito que apurou a denúncia de que a criança estaria grávida.

  • O laudo produzido pelo Laboratório de Genética Forense confirmou, com probabilidade estatística elevada, que o padrasto da vítima é o pai biológico do feto.

padrasto e mãe são indiciados por estupro de criança de 10 anos que resultou em gravidez

padrasto e mãe são indiciados por estupro de criança de 10 anos que resultou em gravidez

A Polícia Civil indiciou a mãe e o padrasto de uma menina de 10 anos por estupro de vulnerável e por omissão, na região norte do estado. A ação ocorreu após a conclusão de um inquérito que apurou a denúncia de que a criança estaria grávida.

Os suspeitos não tiveram os nomes divulgados e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.

Conforme a polícia, a investigação começou após uma denúncia encaminhada pelo Disque 100 ao Conselho Tutelar. Após a confirmação da gestação e a realização do procedimento de aborto legal, a Polícia Científica realizou exames de confronto genético para identificar o autor.

O laudo produzido pelo Laboratório de Genética Forense confirmou, com probabilidade estatística elevada, que o padrasto da vítima é o pai biológico do feto.

Delegada Sarah Lilian Rezende aprensentou a conclusão do caso em coletiva de imprensa — Foto: Divulgação/SSP/Gabriela Leal

O homem foi preso preventivamente no curso do inquérito e segue detido. Já a mãe da criança responde ao caso em liberdade. Segundo a investigação, ela deixou de adotar medidas para proteger a filha mesmo diante de indícios da violência.

As conclusões do caso foram apresentadas pela delegada Sarah Lilian de Souza Rezende em coletiva de imprensa realizada na manhã desta segunda-feira (16), na Delegacia Regional de Araguaína.

O relatório final do inquérito policial já foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário para análise do Ministério Público e adoção das providências cabíveis.

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