Homem é preso dentro de ônibus na BR-153 suspeito de tocar o corpo de passageira enquanto ela dormia
Motorista parou ônibus em posto da Polícia Rodoviária Federal e fez denúncia. Mulher contou que suspeito repetiu ato várias vezes, mesmo após ser repreendido.
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Um homem foi preso dentro de um ônibus suspeito de tocar o corpo de uma passageira enquanto ela dormia.
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A prisão foi feita pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada desta segunda-feira (16) em Gurupi, no sul do estado.
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O suspeito, de 28 anos, foi levado para a delegacia e autuado pelo crime de importunação sexual. O nome dele não foi divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa.
Posto da Polícia Rodoviária Federal em Gurupi — Foto: Divulgação/PRF-TO
Um homem foi preso dentro de um ônibus suspeito de tocar o corpo de uma passageira enquanto ela dormia. A prisão ocorreu na madrugada desta segunda-feira (16) em Gurupi, no sul do estado, depois que o motorista parou o veículo no posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF).
O suspeito, de 28 anos, foi levado para a delegacia e autuado pelo crime de importunação sexual. Ele não teve o nome divulgado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
O ônibus seguia pela BR-153 e o motorista parou na Unidade Operacional da PRF de Gurupi para relatar a ocorrência. De acordo com a vítima, mulher de 36 anos, durante a viagem, o suspeito de 28 anos tocou seu corpo sem consentimento, enquanto ela dormia.
A passageira informou aos policiais que estava sentada junto à janela e que, ao adormecer, sentiu uma mão passando por sua perna. Na primeira vez, ela acreditou ter se confundido, mas o ato se repetiu outras duas vezes, sendo a última com maior intensidade.
A mulher afirmou que advertiu o autor, mas ele persistiu. Diante disso, pediu ajuda ao motorista, que a acomodou em outra poltrona e seguiu viagem até chegar ao posto policial.
Segundo a PRF, a princípio, foi constatada a ocorrência do crime de importunação sexual. O autor foi conduzido à Central de Flagrantes da Polícia Civil, em Gurupi, para os procedimentos legais cabíveis. O g1 solicitou mais informações sobre o caso para a Secretaria de Segurança Pública, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.









