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July 9, 2026
Estado Tocantins

Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar irmão a facadas | G1

  • Julho 9, 2026
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Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar irmão a facadas | G1

Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar irmão enquanto ele dormia

Julgamento em Colinas do Tocantins definiu regime fechado e negou recurso em liberdade ao réu. Decisão apontou meio cruel e impossibilidade de reação da vítima.


  • Geovane Saraiva de Jesus foi condenado a 24 anos de prisão nesta terça-feira (7) por matar o próprio irmão, Hamilton César Saraiva, a facadas enquanto ele dormia.

  • O crime ocorreu na madrugada de 23 de dezembro de 2024 em Bernardo Sayão. A motivação para o assassinato teria sido uma discussão sobre um aparelho celular.

  • O júri acolheu a acusação de homicídio duplamente qualificado por meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa. O réu cumprirá a pena em regime fechado.

Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar o irmão em Bernardo Sayão

Homem é condenado a 24 anos de prisão por matar o irmão em Bernardo Sayão

Segundo o processo, a motivação para o assassinato teria sido uma discussão sobre um aparelho celular. O homicídio aconteceu na madrugada de 23 de dezembro de 2024 e Geovane está preso preventivamente desde então.

Na sentença, a Justiça determinou que Geovane cumpra a pena em regime inicial fechado. Ele também não poderá recorrer em liberdade. O g1 procurou a Defensoria Pública, responsável pela defesa dele, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

O julgamento ocorreu nesta terça-feira (7), durante sessão do Tribunal do Júri realizada em Colinas do Tocantins.

Fórum da Comarca de Colinas do Tocantins — Foto: Divulgação/TJTO

Durante o julgamento, o promotor de Justiça Dênys Cesar dos Santos Silva sustentou a acusação e apresentou aos jurados as circunstâncias do homicídio.

De acordo com os autos, o golpe atingiu o pescoço de Hamilton e provocou lesões profundas, com corte da veia jugular e da traqueia. A vítima sofreu choque hemorrágico e morreu no local.

Os jurados acolheram a tese apresentada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) e reconheceram que o homicídio foi duplamente qualificado. As qualificadoras atribuídas ao crime foram meio cruel e uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

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