Grupo suspeito de aplicar golpes virtuais com passagens aéreas é preso | G1
Grupo suspeito de aplicar golpes virtuais é preso após movimentar mais de R$ 4 milhões
Os investigados utilizavam perfis falsos nas redes sociais para anunciar a venda de passagens aéreas, animais de alto valor e produtos de grandes lojas varejistas.
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Quatro suspeitos de integrar esquema de estelionato virtual e lavagem de dinheiro foram presos nesta terça-feira (14), em Araguatins. O grupo movimentou mais de R$ 4 milhões.
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Desde 2020, o grupo aplicava golpes na internet usando perfis falsos. Eles anunciavam falsas vendas de passagens aéreas, animais de alto valor e produtos varejistas.
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A investigação começou após denúncias anônimas sobre o padrão de vida de um suspeito. A polícia apreendeu um carro, uma moto e busca outros possíveis envolvidos.

Polícia prende quatro homens suspeitos de estelionato e lavagem de dinheiro em Araguatins
Um grupo de quatro suspeitos, com idades entre 20 e 67 anos, foi preso nesta terça-feira (14), em Araguatins, na região norte do estado, por suspeita de integrar um esquema de estelionato virtual e lavagem de dinheiro. Conforme a Polícia Civil, os investigados chegaram a movimentar mais de R$ 4 milhões.
De acordo com a apuração da 10ª Delegacia de Polícia Civil de Araguatins, o grupo teria movimentado os valores desde 2020 por meio de golpes aplicados na internet. Os investigados utilizavam perfis falsos nas redes sociais para anunciar a venda de passagens aéreas, animais de alto valor e produtos de grandes lojas varejistas.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa deles.
Com a quebra dos sigilos bancário, de mensagens e de e-mails, a polícia descobriu que, após as vítimas pagarem pelos produtos falsos, o dinheiro era distribuído em diversas contas bancárias para dificultar o rastreamento.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a investigação da Operação “Falsum Imperium” começou após denúncias anônimas sobre o padrão de vida de um dos suspeitos, que seria incompatível com a renda declarada.
Investigados distribuíam dinheiro de golpes em diversas contas para dificultar rastreio — Foto: Divulgação/PC-TO
Os criminosos também utilizavam técnicas para ocultar recursos, misturando valores lícitos com os lucros obtidos por meio dos golpes. De 2020 até o momento, cerca de R$ 2 milhões teriam entrado nas contas sem qualquer comprovação de origem.
Durante a ação, foram apreendidos um carro e uma motocicleta. Os quatro suspeitos foram encaminhados à Unidade Prisional de Araguatins e permanecem à disposição do Poder Judiciário.
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos no esquema.









