Filho de vereador morre após ser baleado durante discussão em praia | G1
Luciano Ferreira da Silva, de 28 anos, filho do vereador de Couto Magalhães Lindomar Gomes da Silva (PT), conhecido como Preto das Máquinas, morreu após ser atingido por um tiro durante uma discussão na Praia do Porto Franco. Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito do crime não foi localizado.
Em nota, o Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol-TO) afirmou que o policial agiu em legítima defesa após ser agredido e disse que essa versão será comprovada durante a investigação (leia íntegra abaixo).
O caso aconteceu na tarde de domingo (19), no distrito de Porto Franco do Araguaia. Conforme a PM, houve um desentendimento entre frequentadores de um estabelecimento comercial localizado na praia por volta das 17h.
Após a discussão, houve uma luta corporal e o suspeito efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu Luciano. Ele foi socorrido e levado para a unidade de saúde do município, mas não resistiu aos ferimentos.

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O policial deixou o local em um carro após o disparo. A Polícia Militar realizou buscas e acionou equipas da região para tentar encontrá-lo, mas, até a publicação desta reportagem, ele não havia sido localizado.
Segundo a SSP, a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar a dinâmica dos fatos e eventual configuração de legítima defesa. A Corregedoria-Geral da Segurança Pública foi comunicada sobre o caso e acompanhará a apuração no âmbito administrativo.
A Prefeitura de Couto Magalhães lamentou a morte e destacou que “Luciano foi um jovem amigo, companheiro e admirado por todos pela sua postura e tratamento carinhoso e respeitoso com os outros”.
O corpo de Luciano foi levado para o Núcleo de Medicina Legal de Paraíso do Tocantins, onde passa pelos exames periciais de necropsia. Informações sobre o velório e enterro não foram divulgadas.
Íntegra da nota do Sinpol-TO
O SINPOL através de sua assessoria jurídica vem a público esclarecer aos fatos ocorridos na data de 19 de julho de 2026 envolvendo o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha: A todos é garantido o Direito Constitucional a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência como premissas basilares do Estado Democrático de Direito.
A apuração do processo irá demonstrar, que a situação se configura em clara ação de legitima defesa tendo em vista que o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha foi agredido por várias pessoas no local e efetuou um disparo, buscando preservar sua vida e sua integridade física diante das agressões covardes que sofria por mais de um agressor e ao longo do processo essa situação restará indubitavelmente provada.
Ademais o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha trata-se de policial com amplo serviço prestado ao Estado do Tocantins e sem nenhuma mácula em sua ficha funcional.
Por fim ressalte-se que o policial civil se apresentou espontaneamente perante a autoridade policial logo após os fatos, entregou a arma e está a inteira disposição dos órgãos competentes para esclarecer os fatos e provar sua inocência. A verdade dos fatos deve e será discutida no devido processo legal e não por meio de repercussão e exposição midiática do fato.








