Chuva dificulta trabalho de busca por menino indígena desaparecido na Ilha do Bananal há cinco dias
Menino desapareceu no domingo (21). Equipe tocantinense tem reforço de bombeiros militares de Mato Grosso com cães farejadores, cinco drones termais e agentes do Ibama.

Chuva atrapalha buscas por menino indígena perdido na Ilha do Bananal
Indígenas participam das buscas por criança perdida na Ilha do Bananal — Foto: Corpo de Bombeiros/ Divulgação
Nesta quarta-feira (24), a família teve um pequeno alívio. Segundo os bombeiros, o cacique Rodrigo Karajá, chegou a ver a criança na região, mas quando tentou chegar perto o menino correu e não foi mais visto. Depois da notícia do cacique, as equipes concentraram as buscas na área com apoio de drones termais, mas a chuva atrapalhou as atividades.
Criança indígena de 11 anos está desaparecida na Ilha do Bananal — Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal
Bombeiros e indígenas continuam buscas por criança na Ilha do Bananal — Foto: Divulgação/Corpo de Bombeiros
Relembre
Na noite de domingo, os moradores da aldeia e parentes do menino chegaram a andar pela mata para tentar localiza-lo, mas sem sucesso. Os bombeiros explicaram que um vaqueiro disse aos familiares o viu passar correndo na Aldeia Utaria, distante 15 km da Aldeia Macaúba.
Desde o dia do desaparecimento, as buscas acontecem por terra e água. Os indígenas também percorreram de canoa os rios que circundam a mata na tentativa de ter pistas do garoto.
Os bombeiros informaram que criança chegou a ser vista por um vaqueiro a cerca de 15 km da aldeia em que desapareceu. Mas como ele não sabia sobre o desaparecimento e é comum ter crianças andando sozinhas na área, ele não tentou abordar o menino.
Indígenas acompanham trabalho dos bombeiros — Foto: Divulgação









