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August 8, 2026
Estado Tocantins

Atropelamento, fuga e embriaguez: O que se sabe sobre suspeito de atro | G1

  • Fevereiro 20, 2026
  • 3 min read
Atropelamento, fuga e embriaguez: O que se sabe sobre suspeito de atro | G1

O condutor do veículo, João Paulo Costa do Nascimento, de 28 anos, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva pela Justiça. A Defensoria Pública, que faz a defesa dele, alega que a manutenção da prisão é desproporcional, argumentando que o atropelamento não foi intencional (veja o que diz a defesa dele abaixo).

No momento da batida, segundo a polícia, ele não possuía CNH, apresentava sinais de embriaguez e cumpria pena sob monitoração por tornozeleira eletrônica. O caso gerou forte comoção entre profissionais de saúde e segue sob investigação da Polícia Civil.

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Quem é a vítima e qual o seu estado de saúde?

A vítima é o fisioterapeuta Thiago Dias Camelo, de 40 anos, profissional do Hospital Geral de Palmas (HGP). Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da mesma unidade onde trabalha, apresentando um quadro de traumatismo craniano grave.

No dia do acidente, Thiago foi socorrido inconsciente pelo Samu e está sob os cuidados de uma equipe multiprofissional. Nas redes sociais, amigos e colegas de trabalho pediram doações de sangue.

Conforme a Secretaria Estadual de Saúde, as solicitações de doação de sangue para ajudar o fisioterapeuta seguem protocolo adotado conforme o quadro clínico do paciente, com o objetivo de manter o estoque adequado e garantir a disponibilidade para uso, caso seja necessário.

Thiago Dias Camelo, de 40 anos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Quem é o motorista envolvido?

O motorista é João Paulo Costa do Nascimento, de 28 anos. De acordo com a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), ele é condenado da Justiça por lesão corporal e cumpria pena em regime de monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira desde outubro de 2025.

O que diz a defesa do suspeito?

A Defensoria Pública alega que a manutenção da prisão é desproporcional, argumentando que o atropelamento não foi intencional (crime culposo). Os advogados sugeriram medidas cautelares alternativas, como a suspensão da CNH, e contestam a tese de “dolo eventual”, quando se assume o risco de matar.

O mérito do caso ainda será julgado de forma definitiva pelo colegiado do Tribunal de Justiça do Tocantins.

Como o acidente aconteceu?

Quais irregularidades foram constatadas?

Os agentes de trânsito e a Guarda Metropolitana constataram que João Paulo não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Além disso, foi registrado um termo de constatação de embriaguez, e a polícia encontrou latas de cerveja dentro do veículo e na residência do suspeito.

Ele também apresentou resistência durante a abordagem policial, sendo necessário o uso de algemas.

João Paulo Costa do Nascimento, de 28 anos estava cumprindo pena com o uso de tornozeleira eletrônica no momento do acidente — Foto: Reprodução/Allessandro Ferreira/Agência Tocantins

O motorista prestou socorro à vítima no local?

Há contradições entre os relatos. A defesa de João Paulo, representada pela Defensoria Pública, sustenta que ele acionou o socorro. No entanto, a Justiça destacou que registros policiais e depoimentos de testemunhas confirmam que o condutor fugiu do local sem prestar ajuda, sendo localizado posteriormente em um posto de combustíveis.

O fisioterapeuta foi auxiliado inicialmente por pessoas que passavam pela avenida.

Qual a situação jurídica do suspeito?

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