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May 8, 2026
Estado Tocantins

Afastamento de desembargador do Tocantins é prorrogado um ano após operação

  • Agosto 23, 2025
  • 2 min read
Afastamento de desembargador do Tocantins é prorrogado um ano após operação

Afastamento de desembargador do Tocantins é prorrogado um ano após operação contra suposto esquema de venda de sentenças

Helvécio de Brito Maia Neto está afastado do cargo desde agosto de 2024. O magistrado Márcio Barcelos Costa foi convocado para substituir o desembargador durante o período de afastamento.


  • O afastamento do desembargador Helvécio de Brito Maia Neto foi prorrogado.

  • Ele está afastado do cargo há um ano, após ser alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura a suposta venda de sentenças.

  • O magistrado Márcio Barcelos Costa, foi convocado para substituir o desembargador durante o período de seu afastamento.

Desembargador Helvécio Maia é afastado do cargo; saiba mais

Desembargador Helvécio Maia é afastado do cargo; saiba mais

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prorrogou o afastamento do desembargador Helvécio de Brito Maia Neto. Ele está afastado do cargo há um ano, após ser alvo de uma investigação da Polícia Federal (PF) que apura a suposta venda de sentenças.

Segundo o Diário da Justiça do Tocantins, a decisão foi assinada pelo ministro e corregedor nacional de justiça Mauro Campbell Marques. O inquérito da Operação Máximus, tramita no Supremo Tribunal Federal.

À TV Anhanguera, a defesa de Helvécio Maia Brito disse que não vai comentar a decisão.

O magistrado Márcio Barcelos Costa, titular do 3º Juizado Especial da Comarca de Palmas, foi convocado para substituir o desembargador durante o período de seu afastamento. Conforme o o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), a substituição seguirá enquanto se aguarda a finalização das apurações do caso de Helvécio.

Desembargador Helvécio de Brito Maia Neto está afastado do cargo há um ano — Foto: Divulgação/Tribunal de Justiça

Operação Máximus

A operação Máximus, da Polícia Federal, apura os crimes de corrupção ativa, exploração de prestígio, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela foi deflagrada no dia 23 de agosto de 2024, e cumpriu mandados de prisão preventiva e busca e apreensão nos estados do Tocantins, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Distrito Federal.

O nome da operação faz referência à personagem do filme Gladiador (Máximus), que lutou contra a corrupção na cúpula do poder no Império Romano.

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