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August 11, 2026
Estado Tocantins

Coronel do Exército condenado por trama golpista é preso no Tocantins | G1

  • Dezembro 27, 2025
  • 2 min read
Coronel do Exército condenado por trama golpista é preso no Tocantins | G1

Fabrício foi condenado no dia 18 de novembro, pela primeira turma do Supremo Tribunal Federal (STF), junto com outros nove réus. Segundo o STF, o grupo integrava o Núcleo 3 da trama, responsável pelo “planejamento de ações violentas da organização criminosa, como o assassinato de autoridades”.

A defesa do coronel afirmou que “se manifesta veementemente contrária a decretação da prisão, afirmando ser mais uma conduta arbitrária e ilegal do ministro do Supremo Tribunal Federal, pois não há fundamentação de fato ou de direito que justifique essa medida”, disse o advogado Marcelo Cordeiro.

Segundo ele, “o cliente não ofereceu nenhum risco ao andamento do processo, respondeu a todos os atos processuais e cumpriu todas as determinações, portanto, não há necessidade de decretação da prisão ou de uso de tornozeleira.”

O coronel foi condenado a uma pena de 16 anos de prisão pelos crimes de tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

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De acordo com a PF, além da prisão domiciliar, foram impostas medidas cautelares como a proibição de uso de redes sociais e de contato com outros investigados, além da apreensão de passaportes, a suspensão de documentos de porte de arma de fogo e a proibição de visitas.

Participação na trama golpista

Conforme publicado pelo O Globo, Fabrício era integrante das Forças Especiais do Exército, os “kids pretos” e confirmou ao STF a existência de uma carta aos oficiais como forma de pressionar o alto comando do Exército a aderir à Trama Golpista.

Ele também teria atuado encaminhando a carta a outros militares como uma forma de angariar apoio à ação. No interrogatório, Bastos disse receber ordens de um superior. Também afirmou que a carta era “muito mal escrita” e deveria ser entendida como um “desabafo” dos oficiais responsáveis pelo documento.

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