“Todos os indícios levam a crer que não é somente um desaparecimento normal. Nós precisamos de respostas”, disse.
Simone também fez um apelo à população para que informações sejam repassadas com responsabilidade.
“Qualquer novidade que seja real, que entre em contato com a gente, não na tentativa de passar trote ou de se beneficiar, porque já recebemos mensagens com esse intuito”, afirmou.
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) informou que um boletim de ocorrência foi registrado e que o caso é investigado pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Paraíso do Tocantins.
Segundo a pasta, as investigações seguem em andamento, mas detalhes não podem ser divulgados para não comprometer o trabalho policial.
Buscas seguem com apoio de voluntários
Os militares revisitaram áreas exploradas e ampliaram levemente o perímetro, mas não houve novas pistas.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, não há previsão de retomada das buscas oficiais, a menos que surjam indícios concretos que justifiquem uma nova mobilização.
José Gomes de Araujo despareceu no dia 19 — Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
Relembre o caso
José Neto Gomes de Araújo desapareceu no dia 19 de abril, após sair com amigos para tomar banho no balneário Cachorra, em Paraíso do Tocantins. Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi visto pela última vez entrando em uma área de mata e não retornou.
Desde então, familiares, voluntários e forças de segurança atuam nas buscas, mas até o momento não há pistas sobre o paradeiro do motorista.
Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.









