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July 12, 2026
Ecoturismo e Meio Ambiente

Locais sagrados em Jerusalém reabrem após 40 dias fechados | G1

  • Abril 9, 2026
  • 2 min read
Locais sagrados em Jerusalém reabrem após 40 dias fechados | G1

O Muro das Lamentações, a Igreja do Santo Sepulcro e a Mesquita de Al-Aqsa voltaram a ser abertos para a visitação de fiéis e turistas.


Locais sagrados em Jerusalém reabrem após 40 dias fechados

Locais sagrados em Jerusalém reabrem após 40 dias fechados

Locais sagrados em Jerusalém reabriram nesta quinta-feira (9) após 40 dias fechados devido às restrições de guerra impostas por Israel.

“Estou muito feliz por estar de volta ao Muro das Lamentações depois de 40 dias, por tocar as pedras sagradas e por estar aqui”, comemorou uma jovem de 18 anos à agência de notícias Reuters.

Fiéis judeus oram no Muro das Lamentações, o local de oração mais sagrado do judaísmo, após sua abertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun

Nesta quinta, o Patriarca Ortodoxo Grego de Jerusalém , Teófilo III, liderou a cerimônia do Lava-pés durante a Semana Santa da Páscoa Ortodoxa na igreja.

“É um sentimento indescritível, porque nosso jejum não pode ser completo sem a Igreja do Santo Sepulcro. É o lugar para onde vamos quando estamos espiritualmente exaustos, quando queremos que Cristo esteja conosco em nossos dias. Sem a Igreja do Santo Sepulcro, não podemos vivenciar o jejum plenamente. O fechamento da igreja foi triste para nós, partiu nossos corações e nos afastou do lugar que consideramos o mais sagrado”, afirmou um fiel.

Fiéis se reúnem na Igreja do Santo Sepulcro após sua reabertura ao público — Foto: REUTERS/Ronen Zvulun

Na Mesquita de Al-Aqsa, também conhecida pelos judeus como Monte do Templo, centenas de muçulmanos reuniram-se já ao amanhecer.

Mais tarde, a presença de fiéis judeus no complexo da mesquita, que tiveram o acesso autorizado pela polícia israelense, foi considerada provocativa pelos presentes.

Fiéis muçulmanos no complexo de Al-Aqsa, também conhecido pelos judeus como Monte do Templo, em Jerusalém — Foto: REUTERS/Sinan Abu Mayzer

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