Vereador é liberado após prisão por suspeita de compra de votos no TO | G1
A defesa de Rubens Uchôa (União) informou que ele foi liberado após a conclusão dos procedimentos na Polícia Federal. O primeiro balanço divulgado pelo CICCE/TO também registra um caso de propaganda em desacordo com a legislação eleitoral.
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A Polícia Federal prendeu 2 pessoas em flagrante por suspeita de compra de votos no Tocantins. Um dos suspeitos é o vereador Rubens Uchôa, de Palmas.
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A defesa do vereador informou que ele foi liberado após procedimentos da Polícia Federal. Ela afirmou que adotará medidas necessárias para o esclarecimento dos fatos.
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As prisões ocorreram em Palmas e Goiatins. Um esquema de segurança mobilizou 3.234 profissionais e 874 viaturas neste domingo (25) para a votação.
Vereador Rubens Uchôa (União) — Foto: Reprodução/Instagram Rubens Uchôa
Duas pessoas foram presas em flagrante pela Polícia Federal, suspeitas de compra de votos durante o segundo turno das eleições no Tocantins. Conforme apurado pela TV Anhanguera, um dos suspeitos é o vereador de Palmas Rubens Uchôa (União).
Em nota, a defesa informou que o vereador foi liberado após os procedimentos na Polícia Federal e afirmou que adotará medidas para esclarecer os fatos. Em contato com g1, o parlamentar negou a compra de votos e disse que estava em um posto de combustível com o filho, cada um em um carro, para abastecer os veículos da família.
Segundo apuração da TV Anhanguera, as prisões por suspeita de compra de votos ocorreram em Palmas e Goiatins. O Centro Integrado de Comando e Controle do Estado do Tocantins (CICCE/TO) disse que também houve registro de propaganda eleitoral irregular em outra ocorrência.
O nome do outro suspeito não foi divulgado, por isso, o g1 não conseguiu identificar nem localizar a defesa dele.

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Ao todo, 3.234 profissionais e 874 viaturas foram mobilizados para atuar no esquema de segurança neste domingo (25).
Além de garantir a segurança de eleitores e candidatos, o centro de comando monitora infraestruturas consideradas críticas para a votação, as condições de mobilidade do eleitorado e o ambiente virtual.
Segundo o boletim divulgado pelo comando da operação, novas informações e eventuais ocorrências em andamento serão apresentadas nos próximos informes.
A operação reúne a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), as polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal e Penal, além do Exército Brasileiro, da Guarda Metropolitana de Palmas, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), do Corpo de Bombeiros Militar e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).









