Quaest: veja como está a disputa pelo Senado no TO | G1
Em 2026, serão eleitos dois senadores em cada estado e no Distrito Federal (DF), para renovar 54 das 81 cadeiras. Por isso, cada eleitor precisa votar em dois candidatos diferentes. Não é possível escolher o mesmo nome duas vezes.
Na pesquisa espontânea da Quaest — em que os nomes não são mostrados aos eleitores entrevistados —, 69% estão indecisos (eram 86% em 25 de agosto), porque não souberam citar um candidato.
Já na pesquisa estimulada, a lista de candidatos é mostrada, e cada entrevistado precisa responder duas vezes em quem pretende votar: para a primeira vaga e, depois, para a segunda vaga.
Eduardo Gomes (PL); Gaguim (UNIÃO); Alexandre Guimarães (MDB) e Eli Borges (Republicanos) — Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado; Reprodução/Câmara dos Deputados — Foto: Arte/g1
Os resultados da pesquisa para o Senado consideram as menções para a primeira e a segunda vagas em um total que soma 100% das intenções de voto e mantém a proporção entre candidatos, brancos/nulos e indecisos. Veja os números abaixo:
Combinação – votos totais
- Eduardo Gomes (PL): 18% (eram 14% em 25 de agosto)
- Gaguim (União): 16% (eram 13%)
- Alexandre Guimarães (MDB): 11% (eram 8%)
- Eli Borges (Republicanos): 8% (eram 4%)
- Paulo Mourão (PT): 7% (eram 9%)
- Vanderlei Luxemburgo (Podemos): 6% (eram 5%)
- Ronaldo Dimas (Podemos): 6% (eram 6%)
- Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata): 1% (eram 2%)
- Professor Osvaldo (PSOL): 1% (eram 2%)
- Nilton Santos (Novo): 1% (era 1%)
- Fábio Ribeiro (Rede): 0% (era 1%)
- Apóstolo Flávio Braga (DC): 0% (era 1%)
- Osvany Luz (Democratas): 0% (era 0%)
- Branco/nulo/não vai votar: 9% (eram 10%)
- Indecisos: 16% (eram 24%)
Agora, veja os resultados que consideram apenas as respostas para a primeira vaga e, depois, para a segunda.
- Eduardo Gomes (PL): 20% (eram 16%)
- Gaguim (União): 19% (eram 14%)
- Alexandre Guimãraes (MDB): 13% (eram 10%)
- Paulo Mourão (PT): 9% (eram 12%)
- Eli Borges (Republicanos): 8% (eram 5%)
- Ronaldo Dimas (Podemos): 6% (eram 7%)
- Vanderlei Luxemburgo (Podemos): 6% (eram 7%)
- Nilton Santos (Novo): 2% (era 1%)
- Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata): 0% (era 1%)
- Professor Osvaldo (PSOL): 0% (era 1%)
- Fábio Ribeiro (Rede): 0% (era 1%)
- Apóstolo Flávio Braga (DC): 0% (era 0%)
- Osvany Luz (Democratas): 0% (era 0%)
- Branco/nulo/não vai votar: 7% (eram 8%)
- Indecisos: 10% (eram 17%)
- Eduardo Gomes (PL): 16% (eram 12%)
- Gaguim (União): 14% (eram 12%)
- Alexandre Guimarães (MDB): 9% (eram 6%)
- Eli Borges (Republicanos): 8% (eram 4%)
- Ronaldo Dimas (Podemos): 6% (eram 5%)
- Vanderlei Luxemburgo (Podemos): 6% (eram 4%)
- Paulo Mourão (PT): 5% (eram 6%)
- Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata): 1% (eram 2%)
- Professor Osvaldo (PSOL): 1% (eram 2%)
- Nilton Santos (Novo): 1% (era 1%)
- Fábio Ribeiro (Rede): 1% (era 1%)
- Apóstolo Flávio Braga (DC): 0% (era 1%)
- Osvany Luz (Democratas): 0% (era 0%)
- Branco/nulo/não vai votar: 11% (eram 13%)
- Indecisos: 21% (eram 31%)
Para 69% (eram 47% em 25 de agosto) dos eleitores ouvidos no levantamento, a escolha do candidato é definitiva. Outros 31% (eram 52%) dizem que ainda podem mudar o voto até as eleições, em 4 de outubro.
A Quaest ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 19 e 22 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é TO-00781/2026 e BR-00781/2026..
Números da pesquisa espontânea
Abaixo, veja os dados completos da pesquisa espontânea.
- Eduardo Gomes (PL): 8% (eram 4%)
- Alexandre Guimarães (MDB): 6% (eram 4%)
- Gaguim (União): 5% (eram 2%)
- Eli Borges (Republicano): 4% (era 1%)
- Vanderlei Luxembrugo (Podemos): 2% (era 1%)
- Paulo Mourão (PT): 2% (era 0%)
- Outros: 0% (era 0%)
- Branco/nulo/não vai votar: 3% (era 1%)
- Indecisos 69% (eram 86%)
Rejeição dos candidatos
A Quaest perguntou também aos eleitores sobre cada um dos candidatos: se eles conhecem e votariam, se não conhecem ou se conhecem e não votariam. Os candidatos mais rejeitados (maiores índices de “conhece e não votaria”) são Gaguim (União) 37% e Paulo Mourão (PT) 32%.
- Conhecem e votariam: 41% (eram 33%)
- Não conhecem: 38% (eram 49%)
- Conhecem e não votariam: 21% (eram 18%)
- Conhecem e votariam: 40% (eram 33%)
- Não conhecem: 23% (eram 27%)
- Conhecem e não votariam: 37% (eram 40%)
Alexandre Guimãraes (MDB)
- Conhecem e votariam: 30% (eram 23%)
- Não conhecem: 52% (eram 61%)
- Conhecem e não votariam: 18% (eram 16%)
- Conhecem e votariam: 22% (eram 22%)
- Não conhecem: 46% (eram 46%)
- Conhecem e não votariam: 32% (eram 32%)
- Conhecem e votariam: 24% (eram 21%)
- Não conhecem: 52% (eram 56%)
- Conhecem e não votariam: 24% (eram 23%)
Vanderlei Luxemburgo (Podemos):
- Conhecem e votariam: 21% (eram 20%)
- Não conhecem: 49% (eram 54%)
- Conhecem e não votariam: 30% (eram 26%)
Eli Borges (Republicanos):
- Conhecem e votariam: 22% (eram 13%)
- Não conhecem: 60% (eram 69%)
- Conhecem e não votariam: 18% (eram 18%)
Hélio Rodrigues Bolsonaro (Democrata):
- Conhecem e votariam: 8% (era 7%)
- Não conhecem: 80% (era 80%)
- Conhecem e não votariam: 12% (era 13%)
Professor Osvaldo (PSOL):
- Conhecem e votariam: 2% (eram 4%)
- Não conhecem: 90% (eram 89%)
- Conhecem e não votariam: 8% (eram 7%)
- Conhecem e votariam: 9% (eram 3%)
- Não conhecem: 80% (eram 88%)
- Conhecem e não votariam: 11% (eram 9%)
Apóstolo Flávio Braga (DC):
- Conhecem e votariam: 1% (era 1%)
- Não conhecem: 90% (eram 92%)
- Conhecem e não votariam: 9% (eram 7%)
- Conhecem e votariam: 3% (era 1%)
- Não conhecem: 87% (eram 93%)
- Conhecem e não votariam: 10% (eram 6%)
- Conhecem e votariam: 2% (era 1%)
- Não conhecem: 93% (eram 93%)
- Conhecem e não votariam: 5% (eram 6%)









