Servidor é afastado de cargo suspeito de estuprar crianças no TO | G1
Servidor público é afastado de cargo suspeito de estuprar crianças e adolescentes
Homem chegou a usar arma de fogo para ameaçar e forçar uma criança de 11 anos, segundo o Ministério Público do Tocantins. Casos foram registrados em Natividade, na região sudeste do Tocantins.
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Um servidor público de Natividade foi afastado por 180 dias suspeito de estuprar crianças e adolescentes.
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De acordo com o MP, ele utilizou uma arma de fogo para ameaçar uma das vítimas, que tem 11 anos.
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A Justiça suspendeu o porte de arma, de propriedade institucional ou particular, e proibiu aproximação das vítimas. O descumprimento resultará em prisão preventiva imediata.
Cidade de Natividade (TO) — Foto: Polícia Militar/Governo do Tocantins
Um servidor público foi afastado de suas funções em Natividade, região sudeste do Tocantins, após ser acusado de estuprar crianças e adolescentes, entre 11 e 14 anos. Segundo a investigação, o suspeito teria utilizado uma arma de fogo para ameaçar e forçar uma das vítimas.
Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPTO), o homem se aproveitou da confiança que tinha com familiares das vítimas para cometer os crimes. Ele é acusado de estupro de vulnerável e estupro qualificado e deve ficar 180 dias afastado das funções públicas.
O nome do investigado não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa. O cargo dele e o órgão público em que trabalha também não foram informados para não possibilitar a identificação das vítimas, segundo o MPTO. Ele seguirá recebendo o pagamento da remuneração.

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De acordo com o MPTO, as investigações apontam que o suspeito chegou a colocar uma arma de fogo nas costas da criança de 11 anos e a forçou a acompanhá-lo até uma área de mata, local em que praticou o crime. Depois, ele ofereceu dinheiro e bens materiais para as vítimas em uma tentativa de continuar com os abusos.
O homem teve o uso e posse de arma suspenso e permanece proibido de portar armas de fogo, seja de propriedade institucional ou particular.
Além disso, a Justiça proibiu o contato ou aproximação com as vítimas, pais, familiares e testemunhas do crime, e determinou uma distância mínima de 200 metros. Caso haja o descumprimento, ele terá a prisão preventiva decretada imediatamente.









