Homem é investigado por agredir gestante e provocar aborto no TO | G1
Segundo a polícia, os dois tiveram um relacionamento e a vítima ficou grávida. Depois, o homem passou a pressioná-la a interromper a gravidez.
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Um homem de 28 anos é investigado por provocar o aborto de uma gestante após agredi-la com socos no abdômen. O caso ocorreu em Buriti do Tocantins.
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A vítima apresentou intenso sangramento e fortes dores após as agressões. O investigado também tentou convencer a mulher a ocultar o crime.
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Laudos médicos e exames reunidos pela polícia indicam que o feto, de 16 a 20 semanas, apresentava lesões compatíveis com traumas contusos.
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O suspeito foi indiciado por aborto provocado por terceiro sem consentimento e lesão corporal. O inquérito foi enviado à Justiça e tramita em segredo.

Homem é indiciado por violência contra grávida que perdeu o bebê após agressões no TO
Um homem de 28 anos é investigado por provocar um aborto após agredir uma mulher com socos no abdômen. Segundo a polícia, os dois tiveram um relacionamento e ela ficou grávida, mas o homem passou a pressionar a vítima para interromper a gravidez.
O caso foi registrado em Buriti do Tocantins, na região do Bico do Papagaio. O suspeito teve apenas as iniciais R.A.S.S. divulgadas pela polícia, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
Conforme a Polícia Civil, dias após as agressões, a vítima apresentou intenso sangramento e fortes dores e acabou tendo a gestação interrompida. A investigação também apurou que o investigado tentou convencer a vítima a ocultar as circunstâncias do crime.
Polícia Civil do Tocantins — Foto: Dicom SSP-TO/Divulgação
Durante o inquérito, a polícia reuniu laudos médicos, prontuários, exames, registros fotográficos e demais elementos que apontam que o feto, com aproximadamente 16 a 20 semanas de gestação, apresentava lesões compatíveis com traumas contusos.
O investigado foi indiciado pelos crimes de aborto provocado por terceiro sem o consentimento da gestante e lesão corporal no contexto de violência doméstica.
O inquérito foi encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público. O caso tramita sob segredo de Justiça.







