NotíciasAqui a notícia corre
July 22, 2026
Estado Tocantins

Quem era o filho de vereador morto a tiros por policial civil de folga | G1

  • Julho 22, 2026
  • 3 min read
Quem era o filho de vereador morto a tiros por policial civil de folga | G1

Segundo o prefeito da cidade, Júlio Cesar (Republicanos), o caso gerou comoção na cidade.

“Luciano foi um jovem amigo, companheiro e admirado por todos pela sua postura e tratamento carinhoso e respeitoso com os outros. Que os amigos enlutados encontrem consolo”, disse o prefeito em nota de pesar.

O crime aconteceu no domingo (19). Segundo a Polícia Militar, houve um desentendimento entre clientes de um estabelecimento que fica na praia. Após a discussão, os envolvidos entraram em uma luta corporal e o suspeito efetuou um disparo de arma de fogo que atingiu Luciano.

Ele foi socorrido e levado para a unidade de saúde do município, mas não resistiu aos ferimentos.

Luciano Ferreira da Silva foi baleado enquanto estava na praia, em Couto Magalhães (TO) — Foto: Reprodução/Instagram de Luciano Ferreira

Em nota, o Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins (Sinpol-TO) afirmou que o policial agiu em legítima defesa após ser agredido e disse que essa versão será comprovada durante a investigação (leia íntegra abaixo).

Agora, o prefeito Couto Magalhães cobra justiça sobre o caso. “O assassinato de Luciano gerou comoção na cidade por ser um jovem tranquilo e querido por todos. Moradores de Couto, familiares e amigos aguardam que a justiça seja feita”.

A Secretaria de Segurança Pública informou que a Polícia Civil abriu um inquérito para investigar o crime e a Corregedoria-Geral foi comunicada sobre o caso.

Íntegra da nota do Sinpol-TO

O SINPOL através de sua assessoria jurídica vem a público esclarecer aos fatos ocorridos na data de 19 de julho de 2026 envolvendo o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha: A todos é garantido o Direito Constitucional a ampla defesa, o contraditório e a presunção de inocência como premissas basilares do Estado Democrático de Direito.

A apuração do processo irá demonstrar, que a situação se configura em clara ação de legitima defesa tendo em vista que o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha foi agredido por várias pessoas no local e efetuou um disparo, buscando preservar sua vida e sua integridade física diante das agressões covardes que sofria por mais de um agressor e ao longo do processo essa situação restará indubitavelmente provada.

Ademais o Policial Civil Ronaldo Pereira da Rocha trata-se de policial com amplo serviço prestado ao Estado do Tocantins e sem nenhuma mácula em sua ficha funcional.

Por fim ressalte-se que o policial civil se apresentou espontaneamente perante a autoridade policial logo após os fatos, entregou a arma e está a inteira disposição dos órgãos competentes para esclarecer os fatos e provar sua inocência. A verdade dos fatos deve e será discutida no devido processo legal e não por meio de repercussão e exposição midiática do fato.

About Author

Leave a Reply

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *