Desaparecimento de taxista em balneário no TO aproxima de três meses | G1
Desaparecimento de taxista que saiu para tomar banho em balneário chega a quase três meses; família cobra respostas
José Neto Gomes de Araújo desapareceu no dia 19 de abril, após sair com amigos para um balneário em Paraíso do Tocantins, na região central do estado. Desde então, a família faz buscas por conta própria para tentar localizar o taxista.
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O desaparecimento do taxista José Neto Gomes de Araújo completa 90 dias no próximo domingo (19). A família cobra respostas das autoridades sobre as investigações em Paraíso do Tocantins.
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José Neto desapareceu no dia 19 de abril após sair com conhecidos rumo ao Balneário Cachorra. Ele entrou em uma mata densa e não retornou desde então.
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As buscas oficiais dos bombeiros foram suspensas no início de maio por falta de indícios. Familiares e amigos continuam realizando procuras por conta própria na região.

Bombeiros fazem buscas por taxista desaparecido em Paraíso do Tocantins
O g1 pediu um posicionamento à Secretaria da Segurança Pública (SSP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
Para o pai do taxista, Antônio Gomes, que trabalhava com o filho na rodoviária de Paraíso do Tocantins, a passagem do tempo tem tornado a dor ainda mais difícil de suportar. Ele contou que o mês de julho, que deveria ser marcado por comemorações, transformou-se em um período de angústia e espera.
“No dia 4 foi o aniversário do meu filho, e ninguém comemorou nada. No dia 14 foi o meu. Eu tinha planejado reunir toda a família, mas ninguém fez nada. Não tem ânimo, não tem festa, não tem alegria enquanto esse mistério não for esclarecido”, disse o pai em entrevista g1.
José Neto Gomes de Araujo despareceu no dia 19 de abril — Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
Segundo Antônio, a área do desaparecimento já foi percorrida diversas vezes pelas equipes, mas nenhuma pista sobre o paradeiro do filho foi encontrada.
“Se tivesse um animal pequeno escondido, a gente tinha achado. E nada de encontrar um homem grande como é meu filho. As autoridades não dão uma resposta para nós. O coração está cada dia mais aflito”, desabafou.
As buscas oficiais do Corpo de Bombeiros foram suspensas no início de maio por falta de novos indícios. A família, no entanto, afirmou que continua realizando buscas por conta própria, com apoio de amigos.
José Neto e o pai Antônio Gomes trabalhavam de taxista em Paraíso do Tocantins — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal de Antônio Gomes








