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May 6, 2026
Estado Tocantins

O que se sabe sobre PM que morreu após queimaduras ao fritar peixe | G1

  • Maio 6, 2026
  • 2 min read
O que se sabe sobre PM que morreu após queimaduras ao fritar peixe | G1

O 1º tenente da Polícia Militar do Tocantins, Gedilson José de Lima Santos, de 45 anos, morreu após sofrer queimaduras graves em um acidente doméstico com óleo de cozinha, em Araguaína. Ele ficou internado por mais de um mês em tratamento intensivo, mas não resistiu aos ferimentos.

O policial chegou a ser transferido, devido à gravidade dos ferimentos, para um hospital especializado em queimaduras, em Anápolis (GO). A morte foi confirmada no domingo (3). Gedilson deixa uma esposa e três filhos.

Quem era o policial que morreu após sofrer queimaduras

Natural de Marechal Deodoro (AL), Gedilson José de Lima Santos, de 45 anos, construiu uma trajetória de 20 anos na Polícia Militar do Tocantins, onde ingressou após servir ao Exército e ser aprovado em concurso público.

Casado há 15 anos e com três filhos, ele conciliava a farda com o amor pela música e estudos. Era conhecido pelo perfil disciplinado, dedicação ao serviço e bom relacionamento com colegas, alunos e famílias.

Como aconteceu o acidente doméstico

O acidente aconteceu enquanto o tenente preparava peixe para fritar em casa. Ao retirar a panela do fogão, ele acabou sofrendo queimaduras graves causadas pelo óleo quente.

Escola militar faz homenagem a PM morto após sofrer queimaduras com óleo quente

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Onde o acidente aconteceu

O acidente ocorreu em Araguaína, município localizado no norte do Tocantins. Após o ocorrido, ele recebeu os primeiros atendimentos no estado, mas precisou ser transferido devido à complexidade do quadro clínico.

Para qual hospital ele foi levado

Diante da gravidade das queimaduras, Gedilson foi transferido para o Hospital de Queimaduras de Anápolis (GO), referência no tratamento desse tipo de lesão. E recebeu atendimento na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Quanto tempo o policial ficou internado

Ele permaneceu internado por 35 dias. Durante esse período, passou por tratamento intensivo, mas não resistiu às complicações provocadas pelas queimaduras e morreu no domingo (3).

Qual era a função dele na Polícia Militar

Além da atuação operacional, Gedilson teve uma passagem pela banda de música da Polícia Militar, onde atuou como trompetista. Com o fim das atividades da banda em Araguaína, passou a trabalhar como coordenador disciplinar no Colégio Militar Unidade XV, Jorge Humberto Camargo.

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