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April 20, 2026
Estado Tocantins

Locutor Alberlei Araújo morre ao tentar salvar filho no Rio Javaés | G1

  • Abril 19, 2026
  • 3 min read
Locutor Alberlei Araújo morre ao tentar salvar filho no Rio Javaés | G1

Irmã chama de ‘herói’ locutor que morreu ao tentar salvar filho em acidente no Rio Javaés

Segundo a família, Alberlei Araújo era empresário, atleta e conhecido pela alegria e dedicação aos parentes.


  • Alberlei Araújo da Silva, de 41 anos, morreu ao tentar salvar o filho em um acidente com canoa no Rio Javaés, no Tocantins.

  • A irmã dele, Doralice Araujo da Silva Paula, de 40 anos, descreve o locutor como herói e relembra a relação de pai e filho que ele construiu com o menino que tentou salvar.

  • Segundo Doralice, Alberlei Araújo carregava um jeito extrovertido e uma alegria que marcava quem convivia com ele. Brincalhão, fazia amizades com facilidade e mantinha presença constante na rotina da família.

  • A relação com o menino tinha base em afeto e convivência desde os primeiros anos de vida. De acordo com a irmã, Alberlei assumiu o papel de pai ainda na infância da criança, construindo um vínculo de proximidade, cuidado e admiração.

Danilo Silva Ramos, de 3 anos, e Alberlei Araújo da Silva, de 41 anos — Foto: Uderli Paulo/Dyogo Teles/Arquivo pessoal

A morte de Araújo da Silva, de 41 anos, mobilizou familiares e amigos após o acidente com canoa no Rio Javaés, no Tocantins. Em entrevista, a irmã dele, Doralice Araujo da Silva Paula, de 40 anos, descreve o locutor como herói e relembra a relação de pai e filho que ele construiu com o menino que tentou salvar.

Segundo Doralice, Alberlei Araújo carregava um jeito extrovertido e uma alegria que marcava quem convivia com ele. Brincalhão, fazia amizades com facilidade e mantinha presença constante na rotina da família.

“Ele era a alegria da casa, iluminava qualquer ambiente”, conta.

A relação com o menino tinha base em afeto e convivência desde os primeiros anos de vida. De acordo com a irmã, Alberlei assumiu o papel de pai ainda na infância da criança, construindo um vínculo de proximidade, cuidado e admiração.

“Era uma relação de pai e filho. Ele acolheu desde bebê, criou com amor, e o menino chamava ele de pai”, relata Doralice.

No dia do acidente, Alberlei seguia para a casa de uma tia, em um trajeto próximo de onde morava. A rotina comum acabou interrompida pela tragédia que marcou a família.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Além da atuação como locutor de eventos, ele também trabalhava como empresário no setor agropecuário e mantinha uma academia de boxe, MMA e treinamento funcional em Sandolândia. Apaixonado por esportes, transformou a prática em profissão e inspirava outras pessoas com disciplina e dedicação.

Mesmo com a rotina intensa, fazia questão de manter proximidade com os familiares. Nos fins de semana, costumava visitar a Ilha do Bananal, onde nasceu, para estar ao lado dos pais e irmãos.

A família agora tenta lidar com a perda. “Estamos sobrevivendo e buscando forças uns nos outros. Tudo lembra ele”, afirma a irmã.

Alberlei deixa duas filhas e dois irmãos. Para Doralice, a definição resume o sentimento de quem convivia com ele. “Herói, guerreiro, alegria, força, coragem e amor”, diz.

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