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August 24, 2026
Estado Tocantins

Urna funerária encontrada por indígenas no TO é recolhida para análise | G1

  • Março 10, 2026
  • 2 min read
Urna funerária encontrada por indígenas no TO é recolhida para análise | G1

Urna funerária encontrada por indígenas no Tocantins passará por análise arqueológica

Acionamento das instituições partiu do próprio povo Javaé. A partir disso, o Iphan realizou uma missão técnica à Ilha do Bananal.


  • Uma urna funerária encontrada pelo povo Javaé, na Aldeia Canoanã, na Ilha do Bananal, no Tocantins, passará por estudos técnicos que podem ajudar a identificar o contexto arqueológico do objeto.

  • O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou uma visita técnica à região em fevereiro, após ser notificado pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

  • O acionamento das instituições partiu do próprio povo Javaé. A partir disso, o Iphan realizou uma missão técnica à ilha.

A urna funerária encontrada pelo povo Javaé — Foto: Divulgação/Iphan

Uma urna funerária encontrada pelo povo Javaé, na Aldeia Canoanã, na Ilha do Bananal, no Tocantins, passará por estudos técnicos que podem ajudar a identificar o contexto arqueológico do objeto.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) realizou uma visita técnica à região em fevereiro, após ser notificado pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

O acionamento das instituições partiu do próprio povo Javaé. A partir disso, o Iphan realizou uma missão técnica à ilha. Após diálogo com as lideranças indígenas e acordo com a Funai, a foi recolhida e passará por análise especializada no Núcleo Tocantinense de Arqueologia (Nuta), da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins).

O g1 questionou o Iphan sobre o prazo para a divulgação do resultado das análises. Até a última atualização desta reportagem, não havia retorno.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Segundo Danilo Curado, superintendente do Iphan no Tocantins, o trabalho demonstra a importância da cooperação entre as comunidades tradicionais e as instituições públicas.

“Permitindo que esse material seja estudado com rigor técnico e que possamos ampliar o conhecimento sobre a história e a ocupação humana na região da Ilha do Bananal”, explicou.

Segundo o Iphan, atuação integra as competências institucionais na proteção salvaguarda do patrimônio arqueológico brasileiro.

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