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May 9, 2026
Estado Tocantins

PF cumpre mandados contra grupo investigado por fraudar FGTS no TO | G1

  • Dezembro 7, 2025
  • 2 min read
PF cumpre mandados contra grupo investigado por fraudar FGTS no TO | G1

PF prende suspeito e cumpre seis mandados contra grupo investigado por fraudar FGTS no Tocantins

Grupo é suspeito de associação criminosa, falsificação e estelionato. Mandados foram cumpridos em Palmas, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins.


  • A Polícia Federal (PF) prendeu uma pessoa e cumpriu seis mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (5) em uma operação contra um grupo especializado em fraudes envolvendo o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e instituições bancárias no Tocantins.

  • Segundo a PF, a investigação começou após a prisão em flagrante de um homem que tentava sacar valores do FGTS com documento falso em uma agência da Caixa Econômica Federal, em Palmas.

  • Os mandados foram cumpridos na capital, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins.

PF cumpre mandados contra grupo suspeito de fraudar FGTS — Foto: Divulgação/PF

A Polícia Federal (PF) prendeu uma pessoa e cumpriu seis mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (5) durante uma operação contra grupo especializado em fraudes ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e instituições bancárias no Tocantins.

Segundo a PF, a investigação começou após a prisão em flagrante de um homem que tentava sacar valores do FGTS usando documento falso em uma agência da Caixa Econômica Federal, em Palmas. Os mandados foram cumpridos na capital, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins.

O g1 questionou a Caixa a respeito da operação e aguarda resposta. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados e, por isso, não foi possível contato com a defesa.

Operação Identitatis Revelatum II cumpriu mandados em Palmas, Porto Nacional e Paraíso do Tocantins — Foto: Divulgação/PF

De acordo com a PF, os criminosos utilizavam documentos falsos para obter dinheiro de forma indevida. O grupo também tem ligação com investigados na Operação Identitatis Revelatum, deflagrada em maio de 2024 para combater crimes semelhantes.

Os investigados podem responder por associação criminosa, falsificação de documentos e estelionato majorado. As penas chegam a 14 anos de prisão.

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