Mulher é presa suspeita de envolvimento no assassinato de casal de pastores
O nome da mulher presa não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa.
A delegada Jeannie Daier de Andrade, titular da 57ª Delegacia de Polícia de Pium, explicou que a prisão ocorreu após a representação pela prisão preventiva da investigada, autorizada pelo juízo de Cristalândia, que também aceitou o pedido de mandado de busca e apreensão de objetos relacionados ao crime.
“A localização e a prisão da suspeita foram possíveis graças à cooperação com as forças de segurança de Santa Catarina. Ela foi encontrada e está recolhida em unidade prisional feminina no estado. Já iniciamos o processo para recambiá-lá ao Tocantins”, afirmou a delegada.
Conforme a SSP, as investigações continuam com o objetivo de identificar a motivação e outros possíveis participantes. O crime está registrado na 9ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Paraíso do Tocantins e é investigado pela 57ª Delegacia de Polícia de Pium.
Entenda

Casal de pastores assassinado é velado em Pium; saiba mais
Os corpos do casal de pastores assassinado dentro de casa em Pium, no oeste do Tocantins, foram encontrados por um filho das vítimas, segundo a Polícia Militar (PM). Testemunhas afirmam ter visto um homem deixando o local em uma moto. As mortes foram constatadas por profissionais de saúde no local. Conforme a PM, o filho e alguns vizinhos tentaram prestar socorro ao casal.
O suspeito teria estacionado a motocicleta, a aproximadamente 30 metros, e corrido até a casa do casal. Em seguida foram ouvidos disparos de arma de fogo, e o suspeito correu de volta para o veículo e fugiu.
Eles eram pastores dirigentes de uma igreja evangélica Assembleia de Deus Madureira. O pastor Jonas Figueiredo, que era da mesma congregação do casal, disse que eles moravam no assentamento há bastante tempo. “Um casal muito querido pelas pessoas”, comentou.
Segundo a comunidade, este é o primeiro crime violento registrado na comunidade.
“Ficamos assustados porque já aconteceu de pessoas morrerem por doença, né? Mas um caso desse nunca tinha acontecido na nossa comunidade. O casal eram pessoas de bem. Nunca teve problema, sempre ajudou a comunidade, sempre prestativo”, comentou Ivanilde Gomes, moradora do assentamento.









