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April 30, 2026
Estado Tocantins

Polícia Federal cumpre mandados contra suspeitos de fraudar licitações da administração pública

  • Junho 17, 2025
  • 2 min read
Polícia Federal cumpre mandados contra suspeitos de fraudar licitações da administração pública

Grupo criminoso também é suspeito de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato. Mandados foram cumpridos em Ananás, região norte do estado.


  • A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão contra um grupo criminoso suspeito de fraudar licitações da administração pública.

  • Os investigados também são suspeitos de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato.

  • A polícia não especificou quais licitações são suspeitas e quais municípios são investigados, mas informou que as supostas fraudes estão ligadas à construção de obras.

  • Os mandados cumpridos na manhã desta terça-feira (17) em Ananás, região norte do estado, foram expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciaria de Araguaína.

Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Ananás (TO) — Foto: Divulgação/PFTO

A Polícia Federal cumpriu três mandados de busca e apreensão contra um grupo suspeito de fraudar licitações da administração pública. Os investigados também são suspeitos de lavagem de dinheiro, corrupção passiva e peculato.

A polícia não especificou quais licitações são suspeitas e quais municípios são investigados, mas informou que as supostas fraudes estão ligadas à construção de obras.

Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciaria de Araguaína e cumpridos na manhã desta terça-feira (17) em Ananás, região norte do estado. Os nomes dos investigados não foi divulgado e o g1 não teve acesso à defesa deles.

Conforme a investigação, os suspeitos atuariam no direcionamento e montagem de procedimentos licitatórios, com fraude sobre a escolha da empresa que seria contratada.

A PF também suspeita que as obras não eram executadas de fato pela empresa contratada, mas sim pelos próprios municípios licitantes. Assim, os valores recebidos pelas assinaturas dos contratos eram distribuídos entre os integrantes do grupo criminoso.

Se confirmados os fatos, os envolvidos podem ser condenados a penas que variam de 14 a 40 anos de reclusão.

Mandados de busca e apreensão foram expedidos pela 1ª Vara Federal Cível e Criminal da Subseção Judiciaria de Araguaína — Foto: Divulgação/PFTO

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